
Eu costumo brincar com os amigos dizendo que estou com inveja deles e já copiando suas ideias, mas de vez em quando levo puxões de orelha das minhas colaboradoras de plantão.
Ontem a noite levei um desses quando brincava com a Marisa Orth; Só porque disse-lhe que a tinha invejado levei bronca, não dela, mas de uma amiga especial.
Entretanto como expliquei, sigo a cartilha de um grande filósofo amigo meu, o Cydão, que me garantiu haver dois tipos de inveja, a destruidora e a produtiva. Ou seja, aquela que usamos para nos igualar em qualidade seguindo os melhores.
Senão vejamos um belo exemplo: Recados escritos desde que inventaram a escrita e o papel são conhecidos, depois veio o telégrafo que de tão caro tinha-se que usar poucas palavras, transformou-se em torpedo nos celulares e em mensagens no MSN, agora a febre é o twitter que só aceita 140 palavras.
Podemos acusar os idealizadores de invejosos?
Nem vem ao caso, o importante é o progresso e a integração entre as pessoas. O fim justifica os meios.
Por via das dúvidas proteja-se sempre com um galhinho de arruda atrás da orelha, como dizia minha bisavó.
Por via das dúvidas proteja-se sempre com um galhinho de arruda atrás da orelha, como dizia minha bisavó.
